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sábado, 25 de agosto de 2012


Aspectos Físicos e Naturais da Europa

A Europa possui uma área de 10,3 milhões de km², é limitado ao norte pelo Oceano Glacial Ártico, a oeste pelo Oceano Atlântico, a sul pelo Mar Mediterrâneo, pelo Mar Negro, pelas montanhas do Cáucaso e pelo Mar Cáspio, e a leste, pelos Montes Urais e pelo Rio Ural.

A Europa inclui também:
 As Ilhas Britânicas, a Islândia e várias ilhas e arquipélagos menores, espalhados pelo Atlântico, Mediterrâneo e Ártico.
Três nações transcaucasianas (Armênia, Azerbaijão e Geórgia), cujos territórios se estendem até a Ásia, são consideradas integrantes do continente europeu.
O litoral europeu é bastante recortado e apresenta cinco grandes penínsulas:
Ibérica, Itálica, Balcânica, Escandinava e da Jutlândia


E várias ilhas e arquipélagos:
As Ilhas Britânicas, a Islândia, Córsega, Sardenha, Sicília, Creta, os Açores e Madeira.


Na parte central do continente o relevo é basicamente de planície e ao sul encontramos os maciços antigos: Pireneus, Alpes, Apeninos, Cárpatos e Cáucaso cujas montanhas são altas, e com picos cobertos por neves eternas.

(Monte Elbrus, o ponto mais alto da Rússia e de toda a Europa.)


Possui muitos rios de pequena extensão e baixo volume de água, em sua maioria são navegáveis o que facilita o transporte e a agricultura, pois contribui muito para o desenvolvimento econômico dos países desse continente. Podemos destacar os rios: Reno, Sena, Ródano, Volga e Danúbio.





O clima de quase toda a Europa é Temperado podendo ser encontrados os tipos:






  Temperado oceânico no oeste e centro do continente, Temperado frio ao norte e Temperado continental na parte centro-sul, como também o clima Mediterrâneo ao sul e na Zona Polar
Ártica, no extremo norte, predomina o clima polar.
 O clima é mais ameno em comparação com outras áreas da mesma latitude de todo o mundo devido à influência da Corrente do Golfo

Diversos tipos de vegetações podem ser encontrados ao longo do continente. As principais são: tundra, floresta boreal, floresta temperada, estepes e vegetações mediterrâneas como maquis e garrigue.

Crise na Europa

A Europa, sempre lembrada como uma região de altíssimo desenvolvimento econômico e bem-estar social, agora tem sua imagem associada a turbulências de mercado. Entenda como o descontrole das contas públicas e as particularidades políticas do continente conduziram a zona do euro a uma crise financeira que levará anos para ser totalmente superada.
A crise econômica de 2008-2012, também chamada de Grande Recessão, é um desdobramento da crise financeira internacional precipitada pela falência do tradicional banco de investimento estadunidense Lehman Brothers, fundado em 1850. Em efeito dominó, outras grandes instituições financeiras quebraram, no processo também conhecido como "crise dos subprimes".
Alguns economistas, no entanto, consideram que a crise dos subprimes tem sua causa primeira no estouro da "bolha da Internet" em 2001, quando o índice Nasdaq que mede a variação de preço das ações de empresas de informática e telecomunicações despencou.
De todo modo, a quebra do Lehman Brothers foi seguida, no espaço de poucos dias, pela falência técnica da maior empresa seguradora dos Estados Unidos da América, a American International Group. O governo norte-americano, que se recusara a oferecer garantias para que o banco inglês Barclays adquirisse o controle do cambaleante Lehman Brothers, alarmado com o efeito sistêmico que a falência dessa tradicional e poderosa instituição financeira - abandonada às "soluções de mercado" - provocou nos mercados financeiros mundiais, resolveu, em vinte e quatro horas, injetar oitenta e cinco bilhões de dólares de dinheiro público na American International Group para salvar suas operações. Mas, em poucas semanas, a crise norte-americana já atravessava o Atlântico: a Islândia estatizou o segundo maior banco do país, que passava por sérias dificuldades.
As mais importantes instituições financeiras do mundo, Citigroup e Merrill Lynch, nos Estados Unidos; Northern Rock, no Reino Unido; Swiss Re e UBS, na Suíça; Société Générale, na França declararam ter tido perdas colossais em seus balanços, o que agravou ainda mais o clima de desconfiança, que se generalizou. No Brasil, as empresas SadiaAracruz Celulose e Votorantim anunciaram perdas bilionárias.
Para evitar colapso, o governo norte-americano reestatizou as agências de crédito imobiliário Fannie Mae e Freddie Mac, privatizadas em 1968, que agora ficarão sob o controle do governo por tempo indeterminado.
Em outubro de 2008, a Alemanha, a França, a Áustria, os Países Baixos e a Itália anunciaram pacotes que somam 1,17 trilhão de euros (US$ 1,58 trilhão /≈R$ 2,76 trilhões) em ajuda ao seus sistemas financeiros. O PIB da Zona do Euro teve uma queda de 1,5% no quarto trimestre de 2008, em relação ao trimestre anterior, a maior contração da história da economia da zona.
Desde que a crise de confiança se agravou e se generalizou, paralisando o sistema de empréstimos interbancário mundial, o governo estadunidense decidiu pôr de lado suas teorias neoliberais e passou a socorrer ativamente as empresas financeiras em dificuldades.
Um pacote, aprovado às pressas pelo congresso estadunidense, destinou setecentos bilhões de dólares de dinheiro do contribuinte americano a socorro dos banqueiros. Desde a quebra do Bear Stearns até outubro de 2008, o governo estadunidense e a Reserva Federal já haviam despendido cerca de dois trilhões de dólares na tentativa de salvar instituições financeiras.
Os países da UE também despenderam várias centenas de bilhões de euros na tentativa de salvar seus próprios bancos. Em abril de 2009, o G-20, reunido em Londres, anunciou a injeção de US$ 1 trilhão na economia mundial de maneira a combater a crise financeira global.



A crise do subprime foi desencadeada em 2006, a partir da quebra de instituições de crédito dos Estados Unidos que concediam empréstimos hipotecários de alto risco arrastando vários bancos para uma situação de insolvência e repercutindo fortemente sobre as bolsas de valores de todo o mundo. A crise foi revelada ao público a partir de fevereiro de 2007, culminando na Crise econômica de 2008.
Subprimes são créditos bancários de alto risco, que incluem desde empréstimos hipotecários até cartões de créditos e aluguéis de carros, eram concedidos, nos Estados Unidos, a clientes sem comprovação de renda e com histórico ruim de crédito a chamada clientela subprime. As taxas de juros eram pós-fixadas, isto é, determinadas no momento do pagamento das dívidas. Por esta razão, com a disparada dos juros nos Estados Unidos, muitos mutuários ficaram inadimplentes, isto é, sem condições de pagar as suas dívidas aos bancos.

Desde outubro de 2008 a crise financeira global levou à falência muitas instituições financeiras nos EUA e dos países europeus, ameaçando o sistema financeiro global. A partir do 18 de julho de 2007, essa crise do crédito hipotecário provocou uma crise de confiança geral no sistema financeiro e falta de liquidez bancária.
O problema que se iniciou com as hipotecas subprime espalhou-se por todas as obrigações com colateral, pôs em perigo as empresas municipais de seguros e resseguros e ameaçou arrasar o mercado de swaps, multitrilionário em dólares. As obrigações dos bancos de investimentos em compras alavancadas se tornaram um passivo. Os hedge-funds, criados para ser supostamente neutros em relação aos mercados, se provaram não tão neutros e tiveram que ser resgatados. O mercado de commercial-papers paralisou-se, e os instrumentos especialmente criados pelos bancos para tirar as hipotecas de seus balanços já não conseguiam mais encontrar fontes externas de financiamento (funding). O golpe final veio quando o mercado de empréstimos interbancário - que é o núcleo do sistema financeiro - paralisou-se. Os bancos centrais de todos os países desenvolvidos se viram obrigados a injetar rapidamente no sistema financeiro mundial um volume de recursos jamais injetado antes, e a estender créditos para uma variedade de papéis financeiros, e tipos de instituições, jamais socorridos anteriormente.
Mesmo os bancos que não trabalhavam com os chamados "créditos podres" foram atingidos. O banco britânico Northern Rock, por exemplo, não tinha hipoteca-lixo em seus livros. Porém, adotava uma estratégia arriscada - tomar dinheiro emprestado a curto prazo (a cada três meses) às instituições financeiras, para emprestá-lo a longo prazo (em média, vinte anos), aos compradores de imóveis. Repentinamente, as instituições financeiras deixaram de emprestar dinheiro ao Northern Rock, que, assim, no início de 2007, acabou por se tornar o primeiro banco britânico a sofrer intervenção governamental, desde 1860.
Na sequência, temendo que a crise tocasse a esfera da chamada "economia real", os bancos centrais foram conduzidos a injetar liquidez no mercado interbancário, para evitar o efeito dominó, com a quebra de outros bancos, em cadeia, e que a crise se ampliasse em escala mundial.
Segundo o FMI declarou em 7 de outubro de 2008, as perdas decorrentes de hipotecas do mercado imobiliário subprime já realizadas contabilizavam 1,4 trilhão de dólares e o valor total dos créditos subprime ainda em risco se elevava a 12,3 trilhões, o que corresponde a 89% do PIB estadunidense.


Alguns economistas defendem que a crise do subprime não afetará significativamente o Brasil. De todo modo, segundo a maioria dos analistas, todos os países do mundo serão tocados, em algum momento, em maior ou menor grau, pelos feitos da crise deflagrada nos Estados Unidos, devido à globalização dos negócios entre países.
No Brasil, o efeito mais imediato foi a baixa das cotações das ações em bolsas de valores, provocada pela venda maciça de ações de especuladores estrangeiros, que se atropelaram para repatriar seus capitais a fim de cobrir suas perdas nos países de origem. Em razão disso, ocorreu também uma súbita e expressiva alta do dólar. Posteriormente, grandes empresas brasileiras exportadoras sentiram o baque da falta de crédito no mercado mundial para concretizar seus negócios com parceiros estrangeiros. A recessão que atingiu uma grande parte dos países desenvolvidos também afetou o comércio externo. Empresas como Embraer e Cummins, que têm seus faturamentos altamente dependentes de vendas ao exterior, tiveram que cortar postos de trabalho e reduzir drasticamente o ritmo de produção. Grandes empresas siderúrgicas no Brasil também desligaram alguns fornos. Em efeito cascata, empresas menores fornecedoras desses grandes conglomerados também foram atingidas.
Como o Brasil realizou profundas reformas econômicas durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, como o PROER, implementando sistemas mais rígidos de controle ao sistema financeiro doméstico, o Brasil ficou menos exposto ao cerne da crise, que foi a contaminação sistêmica do mercado financeiro internacional. Além disso, a economia brasileira encontra-se numa posição bem mais confortável para enfrentar essa tempestade mundial do que em crises anteriores. O modelo econômico adotado pelo país desde fins dos anos 1990  metas de inflação, câmbio flutuante e responsabilidade fiscal - fez com que um colchão de proteção, através da obtenção consistentes reservas cambiais e de forte credibilidade internacional, salvaguardasse a economia. Não obstante, por estar incluso no comércio mundial, o país ainda assim sentiu efeitos colaterais pesados.
De imediato entretanto, os maiores prejuízos com a crise foram das empresas que especulavam com derivativos de câmbio- e fizeram a aposta errada. O governo anunciou que não pretende cobrir, com dinheiro público, as milionárias perdas privadas, decorrentes de apostas mal-sucedidas.
A alta do dólar, embora possa eventualmente causar alguma pressão inflacionária, tende a aumentar a competitividade internacional das exportações do país, já que o preço dos produtos brasileiros, em dólares, cai. No entanto, para os setores da economia brasileira que dependem de importações de produtos industrializados sem similar nacional ou mesmo de algumas commodities, como o trigo, o dólar alto é um problema.
No mercado interbancário, houve uma paralisação quase total dos empréstimos normalmente concedidos pelos grandes bancos aos menores. Num primeiro momento, o Banco Central do Brasil decidiu isentar os grandes bancos de uma parte do depósito compulsório, a qual deveria ser destinada a empréstimos aos bancos menores. Mas, devido ao clima de quase pânico que se instaurou nos mercados financeiros em geral, tal medida não se revelou suficiente: os grandes bancos continuavam não concedendo empréstimos aos menores. Assim, o Banco Central decidiu adquirir as carteiras de crédito de que os bancos pequenos desejassem se desfazer, desde que oferecessem garantias. Houve pressão ainda para que os bancos estatais comprassem bancos menores em dificuldades. Assim, o Banco do Brasil comprou 49% das ações do banco Votorantim, injetando liquidez, mas não ficando com o controle acionário da instituição.
Para evitar a falta de liquidez nos mercados de câmbio, o Banco Central tem realizado leilões de venda de swaps cambiais e, para evitar especulações, em outubro de 2008, realizou até mesmo vários leilões de venda de dólar físico à vista, utilizando as reservas internacionais do Brasil, o que não era feito desde 2003. Com isto, o BC não pretendia derrubar as cotações do dólar, nem lhes impor um teto, mas somente aumentar a liquidez do mercado.
Por outro lado, o Banco Central tem-se mostrado atento a quaisquer indícios de falta de liquidez no sistema bancário brasileiro, tendo liberado, por mais de uma vez, várias dezenas de bilhões de reais dos depósitos compulsórios, especialmente para os bancos médios e pequenos, preferindo dessa forma irrigar o sistema bancário, em vez de reduzir os juros básicos, o que ainda poderia provocar pressões inflacionárias. Se a economia mundial entrar em uma conjuntura de deflação, o que não é impossível, só então os juros poderão ser reduzidos sem medo.
Em setembro de 2009, a agência Moody's informou sobre a elevação de rating da dívida do governo para grau de investimento, desde a deflagração da crise econômica de 2008/2009. A classificação também foi dada pelas agências Fitch Ratings e a Standard & Poor's, em 2008. Assim, o Brasil foi o primeiro país a receber a elevação de categoria.


Consequências

 As demissões decorrentes da crise têm gerado reações desesperadas na França. Em março de 2009, em três oportunidades trabalhadores franceses fizeram reféns devido a demissões: dia 13, funcionários da Sony detiveram o presidente da empresa no país por uma noite, forçando o pagamento de indenizações maiores pelas demissões; no dia 25, o diretor de operação da 3M foi detido por um dia, sendo libertado após aceitar oferecer melhores condições aos 110 empregados demitidos; e no dia 31, os funcionários da Caterpillar fizeram quatro diretores da empresa reféns, após o anúncio do plano de cortar 733 empregos na unidade.
Por outro lado, as emissões de CO² na União Europeia foram reduzidas em 6% em 2008 em decorrência da crise, de acordo com o instituto de pesquisa Point Corbon, sediado em Oslo.







Demografia Européia

No continente europeu não existem regiões extensas que apresentem vazios demográficos, como os que encontramos em desertos, áreas florestais ou de altas latitudes. No entanto, a população européia não apresenta distribuição igual, sendo bastante populosa próxima às grandes cidades e nas partes industrializadas do ocidente europeu. Mais ao norte, devido às baixas temperaturas, e nas áreas de montanhas ao sul, existe menor densidade demográfica.
Atualmente, os países mais desenvolvidos, que receberam milhares de imigrantes na década de 1970, dizem-se incapazes de continuar acolhendo os estrangeiros, fecham suas fronteiras à imigração e: incentivam a volta dos imigrantes aos seus países de origem. Por outro lado, o retorno dos imigrantes gera dois graves problemas aos seus países de origem: aumenta o desemprego, ao mesmo tempo que diminui a entrada de divisas pela remessa de ganhos dos imigrantes às suas famílias.
Nos países nórdicos, devido aos obstáculos oferecidos pelo clima, a população é pouco numerosa em relação ao grande território, as maiores concentrações populacionais aparecem nas áreas urbanas do centro-sul da região. Esses países proporcionam aos cidadãos excelentes condições de saúde, instrução e habitação, sendo o PIB per capita bastante alto e a assistência social a mais completa do mundo. A cidade de Copenhague, capital da Dinamarca, é a mais populosa da região.
O Leste Europeu, incluindo a Rússia, abriga uma população de aproximadamente 323 milhões de habitantes, pertencentes a diversas etnias. Na Rússia, a ocupação do espaço não é uniforme, áreas extremamente povoadas, sobretudo a oeste, alternam com outras praticamente vazias. Moscou e São Petersburgo são os mais importantes centros urbanos.
Os países mais urbanizados da Europa localizam-se na porção central do continente, como o Reino Unido, a França, a Bélgica, os Países Baixos, a Alemanha e o norte da Itália. Na rede urbana desses países, destacam-se as regiões metropolitanas de Londres, Manchester e Birmingham, no Reino Unido, Paris, na França, Bruxelas, na Bélgica, Berlim, Hamburgo, Munique, Frankfurt, na Alemanha e Roma, Milão e Nápoles, na Itália.

Economia da União Européia



A economia da União Europeia é baseada em um modelo capitalista, sendo a maior do mundo, com um PIB que alcançou US$ 18.394 trilhões, no ano de 2008, ou seja sua economia é uma das maiores dos grupos de países em todo mundo, sem contar que a moeda usade nos paises pertecentes a União Européia é o Euro.  O principal objetivo econômico da União Européia é promover uma economia livre, com concorrência e sem barreiras comerciais tanto ao nível das mercadorias, dos capitais, como dos seus cidadãos e juntamente dos seus trabalhadores.

Por esse motivo existem diversos mecanismos que asseguram estas liberdades:
  • Existe a Comissão Européia, que trabalha como uma guardiã desses tratados para que os mesmos sejam cumpridos e respeitados
  • Todos os cidadãos, entidade coletivas e estados podem recorrer destas decisões para o Tribunal de Justiça da União Europeia;
  • O Tribunal de Justiça da União Europeia vela para que caso a Comissão Europeia não haja em defesa dos Tratados este faça jurisprudência nesses assuntos, a mais conhecida decisão neste âmbito é o Acórdão sobre o Caso Bosman que permitiu que os futebolistas, que são também considerados trabalhadores comunitários, não se vissem impedidos de jogar noutro país da União Europeia por normas internas da UEFA e das respectivas Federações nacionais de Futebol




Geografia da União Européia


Os Estados-membros da UE cobrem uma área de 4 423 147 quilômetros quadrados. Se fosse uma nação única, a União Européia teria a sétima maior área territorial do mundo e o seu pico mais elevado, o Mont Blanc, nos Alpes Graios, está a 4 810m acima do nível do mar. O ponto mais baixo da União Européia é Zuidplaspolder, nos Países Baixos, a sete metros abaixo do nível do mar. A paisagem, clima e economia da UE são influenciados pelo seu litoral, que tem um total de 65 993 quilômetros de comprimento. O bloco tem a segunda maior costa do mundo, após a do Canadá. Os Estados-membros combinados compartilham fronteiras terrestres com 19 Estados não membros, totalizando 12 441 quilômetros de comprimento, a quinta maior fronteira do mundo.
Incluindo os territórios ultramarinos dos Estados membros, a União Européia tem vários tipos de clima, que vão do ártico até o tropical. A maioria das pessoas vive em áreas com clima mediterrâneo, clima temperado marítimo, ou um verão quente ou clima continental semiboreal. A população da União Européia é altamente urbanizada, com cerca de 75% dos habitantes  a viver em áreas urbanas. As cidades são amplamente espalhadas em todo o bloco, embora exista um grande conjunto em torno do Benelux (Benelux é uma organização econômica da Europa, que gerou o que seria mais tarde a União Européia). Uma porcentagem crescente disso deve-se à expansão de baixa densidade urbana que está ampliando em áreas naturais. Em alguns casos, este crescimento urbano tem sido devido ao influxo de fundos da União Européia para uma região.


Religiões

Religiões são praticadas por grupos menores na Europa, incluindo:
  • Judaísmo principalmente em França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e Itália. Ao mesmo tempo, o judaísmo foi amplamente praticado em todo o continente europeu, embora tenha diminuído em número desde a expulsão e do extermínio, e o êxodo do judeus durante parte do segundo milênio.
  • Hinduísmo principalmente entre imigrantes da Índia no Reino Unido. Em 1998, havia uma estimativa de 1.382.000 hindus na Europa.
  • Budismo, fracamente espalhado por toda a Europa e em rápido crescimento nos últimos anos, cerca de 3 milhões de adeptos.
  • Indígenas Europeus, seguidores das tradições e crenças pagãs estão em muitos países, e fé Asatrú reconhecida como uma minoria religiosa na Islândia, Noruega e Suécia.
  • Rastafari, comunidades no Reino Unido, França, Espanha, Portugal, Itália e noutros países.
  • Sikhismo, quase 1 milhão de adeptos do Sikhismo na Europa. A maioria da comunidade vive no Reino Unido e Itália. Cerca de 10.000 na Bélgica e França. Holanda e Alemanha têm uma população de 12.000 adeptos. Todos os outros países têm menos ou 5000 sikhs.
  • Jainismo, pequena adesão, principalmente entre os imigrantes indianos no Reino Unido.
  • Vudu, principalmente entre imigrantes negros de Caribe e da África Ocidental fixados no Reino Unido e França.
  • Religiões tradicionais africanas (incluindo Muti), principalmente no Reino Unido e França.
  • Outras religiões com poucos (ou ao abrigo de um milhão) adeptos na Europa: Animismo, Igreja de Cristo, Eco-religião, Gnose, Paganismo, Testemunhas de Jeová, Menonitas, Igreja Moraviana, Mormonismo ou Os Santos dos Últimos Dias, Panteísmo, Politeísmo, Relativismo Teológico, Cientologia, Adventistas do Sétimo Dia, Igreja Universal, Unitarismo, Wiccan e Zoroastrianismo.
Milhões de europeus não professam nenhuma religião ou são ateus. As maiores populações sem religião são encontradas na República Checa, Dinamarca, França, Alemanha, Holanda, Noruega, Suécia e nas antigas repúblicas soviéticas como Bielorrússia, Estônia, Rússia e Ucrânia, embora a maioria dos antigos países comunistas tenham populações significativamente não confessionais.


Aspectos Econômicos do mercantilismo à 3 revolução na Europa


·         Os aspectos econômicos do mercantilismo à Terceira Revolução Industrial foram responsáveis pela disputa comercial entre as nações que se formavam nesse período. A disputa pelos mercados criou uma situação de grande rivalidade onde cada um dos estados nacionais buscava a incessante ampliação de seus lucros e o fortalecimento da sua economia na época do mercantilismo. Nesse sentido, a teoria da balança comercial favorável estipulava que uma economia nacional forte dependeria de um volume de exportações superior ao das importações, a economia mercantilista concebeu a criação de um estado intervencionista capaz de atender as demandas de sua própria economia. Nesse mesmo mercantilismo um aspecto econômico importante á destacar é que o objetivo principal destes governos era alcançar o máximo possível de desenvolvimento econômico, através do acúmulo de riquezas. Quanto maior a quantidade de riquezas dentro de um reino, maior seria seu prestígio, poder e respeito internacional.Podemos definir o mercantilismo como sendo a política econômica adotada na Europa durante o Antigo Regime. Como já dissemos, o governo absolutista interferia muito na economia dos países. O objetivo principal destes governos era alcançar o máximo possível de desenvolvimento econômico, através do acúmulo de riquezas. No contexto do mercantilismo, todas as colônias européias deveriam fazer comércio apenas com suas metrópoles. Era uma garantia de vender caro e comprar barato, obtendo ainda produtos não encontrados na Europa.




Mercantilismo no continente europeu.


Um pequeno exemplo de como pode ser representado os aspectos econômicos do que acontecia no continente europeu na época do Mercantilismo:

Já na Terceira Revolução Industrial, o trabalhador afetou os aspectos econômicos dos países europeus, porque as empresas passam a substituir a mão de obra humana por máquinas e computadores. Postos de trabalho são eliminados e, em diferentes ramos da economia, o trabalhador tradicional desaparece.
As novas tecnologias eliminam, gradativamente, a necessidade de antigos materiais (como o papel, por exemplo), aceleram a transmissão de informações e estimulam, em graus nunca antes vistos, o fluxo de atividade em cada nível da sociedade. A compressão de tempo passa a exigir respostas e decisões mais rápidas. O tempo e o conhecimento tornam-se mercadorias, assim fazendo com que os aspectos econômicos sejam radicalmente alterados no continente europeu.
Os países de economia avançada precisaram criar internamente condições de competitividade. A saturação dos mercados acabou gerando uma produção diversificada para atender a consumidores diferenciados. Os contratos de trabalho passaram a ser mais flexíveis. Diminuiu o número de trabalhadores permanentes e cresceu o número de trabalhadores temporários. Flexibilizaram-se os salários - cresceram as desigualdades salariais, segundo a qualificação dos empregados e as especificidades da empresa. Os sindicatos viram reduzidos seu poder de representação e de reivindicação. Ampliou-se o desemprego, assim os aspectos econômicos da Europa se mudaram radicalmente.
                            (Representação do continente europeu durante a Terceira Revolução industrial)